Um pra cobrar, um pro caixa, um pra cadastro, um pra fidelidade. Quatro boletos, quatro senhas, e quando algo trava cada fornecedor aponta pro outro. O dado fica picado e ninguém vê o cliente inteiro.
Ticketing, cashless, heatmap e gestão saem do mesmo núcleo. Quando você escolhe o ramo, o OpenTicket reorganiza menus, telas e palavras pra falar a língua do seu negócio. Você aprende uma ferramenta, não cinco.
Ramo aqui é uma pele, não uma versão à parte. Clica num cartão abaixo e a página inteira muda de cor e de texto na sua frente — é exatamente o mesmo OpenTicket que cada cliente recebe.
Números medidos na base atual — alguns ainda são demo, não cliente pagante. Onde a gente não mediu, escreve "não medido". Sem chute.
Sem contrato de fidelidade e sem multa pra sair. A mensalidade é baixa (ou zero) e o grosso da conta é uma taxa sobre o que de fato passou pela plataforma.
A taxa fica entre 2,5% e 5% do que passa pelo sistema — você vê o número antes de assinar. Nada cobrado por fora.
O que você hoje compra em cinco fornecedores que nunca trocam dado, aqui nasce do mesmo motor — e a venda passa por todas elas de uma vez.
Ingresso, lote, meia e cortesia direto na sua página — sem comissão de marketplace mordendo cada venda.
Pulseira ou cartão por aproximação: o cliente gasta sem fila e você fecha o caixa sem dinheiro sumido.
Mapa de calor de onde a galera anda e para — você vê o ponto morto e o gargalo da fila antes de perder venda.
Recebe via Asaas e Stripe e o dinheiro se reparte sozinho entre sócios, bar e produtor na hora da venda.
Cada compra cai numa ficha única do cliente: o que comprou, quanto gastou, quando voltou. Um cadastro, não cinco listas.
Emite nota pela NFE.io na mesma venda — fiscal junto da operação, não no fim do mês correndo atrás do contador.
Vendeu, baixou. Estoque amarrado no caixa e no cardápio: você sabe o que acabou antes do cliente descobrir.
Cada promoter tem o próprio link e vê a própria venda; a comissão sai pelo split, sem conferir print no WhatsApp.
O mesmo sistema vira a cara do seu ramo: 9 verticais e, no varejo, 26 tipos de loja — do açougue à joalheria.
Ticketing, caixa, cadastro e fiscal num login só — não em 4 abas abertas.
Uma conta no lugar de 4 fornecedores cobrando todo mês. E você só paga quando vende.
O cliente vira uma ficha só — do ingresso ao cashless ao CRM — em vez de existir em 5 listas que não conversam.
Deu erro, não tem fornecedor apontando o outro: um sistema, um dono do problema.
NF sai junto com o pedido, sem retrabalho nem susto no fim do mês.
Ele já abre na cara do seu negócio — evento, restaurante, pet shop, igreja — em vez de software genérico dobrado na marra.
Você conecta o que já roda (Asaas, iFood, NFE.io, WhatsApp) e troca o resto no seu ritmo. Não é mudar tudo num domingo.
Não. Sem carência e sem mensalidade alta. Se não te servir, você sai.
Você não paga pra entrar. Paga uma taxa (~2,5–5%) só quando entra dinheiro. Vendeu zero no mês, pagou zero.
São 9 verticais e 26 tipos de loja no varejo. Do festival ao açougue, do consultório à igreja — o sistema vira a cara do seu.
Cria a conta de graça, diz qual é o teu negócio e em poucos minutos o OpenTicket tá com a tua cara, pronto pra vender.